Depois de tudo em contra você fazer uma boa imagem é melhor tentar garantir que o que foi captado pela câmera não fique ainda pior ao ser guardado no arquivo criado pela câmera fotográfica.
 
Infelizmente muitas câmeras baratas gravam a imagem somente em JPEG (JPG), o que não é de se estranhar já que este formato foi criado justamente para a divulgação de imagens pela internet, que lá naquela época (e ainda hoje) não seria prático arquivos gigantescos para formar uma imagem na tela. JPEG comprime o arquivo com a imagem podendo inclusive degradá-la! Isto, claro, até um limite onde nossos olhos quase não percebem. Isto explica porque uma imagem fiel tem uns 40MB e a equivalente em JPEG pode ter meros 400 KB ou menos.
 
Então, se sua câmera permite gravar imagens num formato que não destrói a imagem (CR2 nas canons, por exemplo)... use-a. Transforme para JPEG somente na hora de publicar na internet a imagem final. Assim você poderá, por exemplo, recortar a imagem para usar somente parte dela e ainda ter uma imagem de qualidade para processar.
 
Isto serve mesmo para quem usa câmera com a objetiva dela, sem o telescópio.

Como um exemplo, o padrão de cima na imagem é o criado usando um software de edição de imagem. O de baixo é o que foi guardado num arquivo JPEG! Veja, por exemplo, a coluna mais à direita das duas imagens. A diferença entre elas.
 
 
Numa fotografia colorida normal com cada pixel (este quadrados da imagem) muito pequenos não perceberíamos a diferença... Numa foto do céu, ao usar o zoom o problema aparece.